|
|
|
|
Indústria catarinense projeta retomada em 2010 (Notícia inserida em 12/01/2010)
A Federação das Indústrias (FIESC) projeta cenário para 2010 com alta de 5,5% no Produto Interno Bruto, além de elevação da produção industrial, das vendas e do emprego. A avaliação foi feita nesta quarta-feira (16/12/09) presidente da entidade, Alcantaro Corrêa, durante encontro com a imprensa. Na conjuntura, o sinal seguirá amarelo para as exportações, já que a projeção é de manutenção da taxa de câmbio valorizada e de lento crescimento da demanda internacional, em decorrência do ritmo de recuperação das economias dos países desenvolvidos, mais afetados pela crise.
A forte queda das exportações catarinenses, que foi de 24,6% até novembro, foi um dos fatores que mais afetaram a economia do estado. Em 2009 o real se valorizou 35% diante do dólar e surgiram novas barreiras a produtos importantes da pauta de exportação catarinense, como os têxteis. Mas Corrêa ressaltou que o mercado interno evitou que os impactos da crise fossem ainda mais fortes e chamou atenção para os efeitos benéficos de medidas de desoneração adotadas pelo governo. "Isso comprovou que a redução da carga tributária daria forte impulso à economia", disse, acrescendo que o período foi de ajustes por parte das empresas, para minimizar os efeitos da conjuntura nas companhias.
A produção industrial catarinense registrou queda de 10,4% até outubro (último dado disponível), segundo o IBGE e as vendas da indústria do estado no mesmo período caíram 7,72%, segundo a pesquisa Indicadores Industriais da FIESC. O primeiro dado industrial positivo do ano foi o do emprego, que, depois de estar no vermelho até junho, terminou novembro positivo em 2,21%, segundo o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho e Emprego.
Para 2010, outros fatores positivos para a indústria do estado, na avaliação da FIESC, são as oportunidades na cadeia de fornecimento para o setor de petróleo e gás, nos segmentos afetados pela preparação do país para a Copa do Mundo e Olimpíadas. Além disso, as perspectivas de crescimento na indústria da construção civil também devem estimular a economia junto com os novos investimentos previstos para o estado, como os dos setores da construção naval, hotelaria e shoppings.
Fonte : Site fiesc | |
|
 |
|
|