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Bom momento para indústria plástica, fabricantes investem em máquinas
mais produtivas e vivenciam bom
momento para fechar negócios (Notícia inserida em 12/01/2010)
O ano começou sem entusiasmar. Nos primeiros meses, por conta da crise mundial, as vendas de extrusoras não foram animadoras. A recuperação, nos meses seguintes, acompanhou a melhora do desempenho da economia. O projeto de financiamento a juros de 4,5% ao ano para quem comprasse equipamentos fabricados no Brasil, lançado pelo governo federal em julho, como forma de incentivar os investimentos industriais, colaborou muito com o desempenho dos fornecedores nacionais. Caso prevaleça a vontade dos representantes da indústria de base, o pacote, que vence no final do ano, deve ser prorrogado. Outra injeção de ânimo deve-se à realização da Brasilplast, feira onde muitos contatos realizados entre expositores e visitantes se transformam em negócios. Hoje, o clima é de otimismo. A expectativa para 2010 é de fábricas a todo o vapor.
A perspectiva positiva vem acompanhada de investimentos em tecnologia, voltados para privilegiar o aumento da produtividade. A meta visa a atender à demanda dos principais clientes interessados em modernizar suas fábricas, sejam elas de tubos, perfis, chapas, compostos ou filmes. Uma característica muito cobrada é a economia de energia. Estão valorizadas soluções nesse sentido, como, por exemplo, a substituição de modelos monorrosca por dupla-rosca, prática que permite economia de até 30% desse dispêndio. Segundo Wilson Carnevalli Filho diretor-comercial da Carnevalli , empresa brasileira com forte presença no mercado de máquinas para filmes, comemora o resultado deste ano como sendo o melhor de sua história, desde sua fundação. “Estamos batendo todos os recordes de vendas, devemos fechar o ano com crescimento em torno de 50% em relação ao ano passado”. O ano começou um tanto fraco, em razão dos reflexos da crise mundial. A retomada se iniciou em maio e ganhou força a partir de julho, com o lançamento do pacote de financiamento a juros reduzidos lançado pelo governo federal. “Esse foi um fator decisivo para o nosso desempenho no segundo semestre”, ressalta. Não por acaso, o diretor defende o prolongamento das condições especiais. “Estamos pleiteando. Representantes do governo até aceitaram a ideia. Vamos tentar prorrogar essas condições para a indústria de base continuar forte”, explica.
Fonte: site plásticos moderno | |
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